Différences
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| - | ====== La déforestation au Brésil ====== | ||
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| - | La déforestation au Brésil / Desmatamento no Brasil | ||
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| - | La déforestation concerne l' | ||
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| - | __LES CHIFFRES__ | ||
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| - | __LES CAUSES__ | ||
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| - | __LES CONSEQUENCES__ | ||
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| - | __LES SOLUTIONS__ | ||
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| - | La déforestation concerne la fôret amazonienne ,et c'est un problème environnemental grave car il représente le poumon de la planète. | ||
| - | Nous avon voulu parler de ce problème d' | ||
| - | Dans les réponses qui m'ont été proposées ,tous m'ont parlé d'un sujet sérieux et délicat puiqu' | ||
| - | Le gouvernement tente de proposer des mesures mais la deforestation et le trafic (de bois tropicaux)se poursuit de manière illégale. Des associations tentent de lutter contre ce fléau mais ils subissent des pressions et des violences. | ||
| - | Les persones qui travaillent dans ces exploitations sont souvent mal payés et n'ont pas vraiment le choix car ils ne peuvent pas vraiment travailler ailleurs puisque tout est aux mains de grands exploitants sans scrupules. | ||
| - | Nous avons voulu parler ensuite de la condition des indiens d' | ||
| - | Ensuite nous avons voulu developper l' | ||
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| - | Panorama geral da Amazônia | ||
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| - | Nos anos 70, durante o auge dos grandes projetos de infraestrutura implantados pelos governos militares, a Amazônia era conhecida como o inferno verde. Uma mata fechada e insalubre, empesteada de mosquitos e animais peçonhentos, | ||
| - | Mesmo agora, com o reconhecimento de sua grandeza, a Floresta Amazônica permanece um domínio da natureza no qual o homem não é bem-vindo. No entanto, vivem lá 25 milhões de brasileiros, | ||
| - | A exuberância da natureza contrasta com a qualidade de vida dos amazônidas. A imagem idílica do cabloco que vive no paraíso tropical e nele quer permanecer só tem correspondência com o mundo real na imaginação de quem vive longe dali. Mesmo aquele que mora em pontos distantes, só acessíveis por barcos, assiste às novelas em televisores com antenas parabólicas e energia elétrica proveniente de geradores a óleo diesel. É natural que queira viver com os confortos modernos presentes no Sudeste, e não como uma relíquia viva do século passado. O ribeirinho, assim como o índio em sua aldeia, prefere cozinhar em fogão a gás, nem que para isso precise pagar por esse conforto com bens retirados da floresta. Em áreas rurais, a ausência de comércio e de dinheiro faz do escambo uma forma corriqueira de abastecimento da população. Em áreas remotas da Amazônia, onde o escambo é comum, muitas mercadorias têm seu preço estabelecido em animais cuja caça e pesca são controladas. | ||
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| - | 2 tracajás valem quatro horas de televisão (o óleo diesel usado nos geradores de eletricidade é cotado em 1 tartaruga por litro) | ||
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| - | 100 quilos de carne de jacaré valem 2 milheiros de tijolos | ||
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| - | 2 quilos de pirarucu salgado valem 1 litro de cachaça | ||
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| - | 1 quilo de peixe fresco vale 1 quilo de bolacha | ||
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| - | 1 quilo de borracha bruta vale 1 quilo de sal | ||
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| - | 20 quilos de castanha-do-pará valem 1 quilo de charque | ||
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| - | Como explicar a essas pessoas que caçar animais que há gerações são parte da dieta local é agora um crime ambiental? | ||
| - | Os imigrantes, somados aos indígenas e moradores antigos, mesclaram-se para formar um "Homo amazonius”, | ||
| - | As soluções que propõem manter o homem no mato, sem possibilidade de progresso pessoal, mostram resultados pífios. O exemplo mais flagrante é o das reservas extrativistas de subsistência, | ||
| - | Boa parte da Amazônia obtém seu sustento na ilegalidade. Muitos participam da exploração irregular da madeira sem saber que estão cometendo crime ou por falta de qualquer outro meio de vida. O mercado negro desse produto e a atuação dos bandoleiros, | ||
| - | O primeiro e o mais importante passo para civilizar a Amazônia é regularizar sua situação fundiária. Em junho, o governo tomou uma iniciativa digna de nota nesse sentido. Editou a Medida Provisória 458, que concede títulos de propriedade a imóveis que somam 670.000 quilômetros quadrados, o equivalente a 13% da Amazônia ou aos territórios de Minas Gerais e do Rio de Janeiro somados. Com a nova norma, o governo trará nada menos que 300.000 famílias para a legalidade. Hoje, essas pessoas já ocupam as terras que lhes serão transferidas, | ||
| - | Qualquer projeto que pressuponha o desenvolvimento com sustentabilidade da Amazônia precisa incluir o desmonte de uma parcela considerável das termelétricas alimentadas a óleo diesel que fornecem a maior parte da energia para a região. Embora a Amazônia seja classificada como o pulmão do mundo, suas termelétricas despejam anualmente na atmosfera 6 milhões de toneladas de dióxido de carbono (CO2), o principal gás do efeito estufa. Isso equivale ao dobro do que despeja no ar todo ano a frota de veículos da cidade de São Paulo. Numa região com tantos rios caudalosos, é preciso que as hidrelétricas respondam pela maior parte da energia. A principal vítima da hegemonia das termelétricas na Amazônia é, mais uma vez, a população. Há escolas que são obrigadas a transferir os alunos do turno da noite para o da manhã porque não há óleo diesel suficiente para mover o gerador e iluminar as salas de aula. | ||
| - | Vivem na Amazônia 400.000 índios de quase 200 etnias e em diferentes níveis de contato com a sociedade brasileira. As setenta tribos que permanecem isoladas em pontos remotos representam menos de 1% desse universo. Setenta e cinco por cento dos indígenas vivem na floresta. Mesmo assim, os índios também não querem saber de permanecer na pré-história. “Os que continuam na aldeia querem trazer a cidade para dentro dela”, diz Almir, cacique da etnia suruí, de Rondônia. Os computadores e a internet estão presentes em muitas aldeias. Em toda a Amazônia, índios usam a rede mundial para vender artesanato, estudar e reivindicar direitos. “Para ter influência política, a internet é melhor que o arco e flecha”, diz Almir, que no ano passado fechou um acordo com o Google para mapear as terras da sua tribo. 25% dos índios da Amazônia vivem nas cidades e muitos vão parar nas favelas e palafitas. A população indígena de Manaus já é mais numerosa do que a da maioria das reservas, com mais de 12.000 índios. | ||
| - | Outra causa do desmatamento seria o Asfaltamento das estradas da Amazônia que apressa a devastação do verde e o ritmo de ocupação da floresta. | ||
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| - | Estas rodovias foram abertas pelo governo federal, que promoveu a ida de colonos para a Amazônia na década de 70. Hoje, depois de um prolongado período de abandono, as autoridades têm a obrigação de pôr essas vias em ordem, garantindo o bem-estar de quem mora nesses lugares. A dificuldade é como fazer isso e, ao mesmo tempo, impedir que a devastação avance. O governo federal já decidiu asfaltar as três principais estradas que passam pela Floresta Amazônica, porém, não pensou na preservação. | ||
| - | Não precisaria ser assim. Duas das rodovias – a Transamazônica e a Cuiabá-Santarém – precisam do asfalto com urgência. Elas atravessam áreas densamente povoadas, já bastante desmatadas, e são necessárias para o desenvolvimento econômico e para melhorar a qualidade de vida da população que habita suas margens. O projeto da terceira, que liga Porto Velho a Manaus e atravessa uma região de floresta intacta, se parece demais com os erros do passado e faz total sentido que seja cancelado. | ||
| - | Como a maioria das rodovias é de terra, a temporada de chuva torna o tráfego difícil, quase impraticável, | ||
| - | A pavimentação da rodovia é uma proposta antiga e tem forte apelo na capital do Amazonas e no estado de Roraima, pois tiraria a região do isolamento rodoviário em relação ao resto do país. A obra só não avança porque, em julho, o Ibama negou licença ambiental. E com razão, uma vez que a estrada ameaça regiões de floresta que estão intactas e é melhor que continue assim. | ||
| - | O anúncio de que a estrada seria recuperada foi suficiente para atrair dezenas de migrantes. Isso porque eles veem como uma oportunidade de negócio a pavimentação desta rodovia, já que o movimento irá aumentar. | ||
| - | Uma solução para isso, seria a construção de uma ferrovia pois o trem iria suprir a demanda econômica e social sem promover a ocupação desordenada da região. | ||
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| - | O peso do homem na Amazônia | ||
| - | A maior floresta tropical do planeta abriga 6%de todas as espécies conhecidas de plantas e animais. Em duas décadas, a ocupação desordenada resultou na derrubada de um território maior que o da Alemanha. Só nos últimos doze meses, devastou-se uma área quase do tamanho do Distrito Federal. | ||
| - | O Desmatamento | ||
| - | O mapa abaixo, elaborado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) com base em fotos de satélites, mostra a extensão do desmatamento da floresta tropical e também indica outros tipos de vegetação na Amazônia Legal. | ||
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| - | Os focos de desmatamento | ||
| - | Cerca de 80% da devastação avança pelas bordas da Amazônia, na região do “arco do desmatamento” (setas em vermelho), que se estende de Rondônia ao Maranhão. As estradas representam outro vetor de destruição da floresta. | ||
| - | O avanço sobre a floresta | ||
| - | Nos últimos vinte anos, foram desmatados 370.000 quilômetros quadrados da Amazônia. Dá uma média de 50 quilômetros quadrados por dia, ou uma Baía de Guanabara por semana. | ||
| - | A Amazônia concentra 36% do gado bovino e 5% das plantações de soja do país. Nos últimos quinze anos, o rebanho da região triplicou, chegando a 75 milhões de cabeças de gado. | ||
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